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Exercitando a fé para tomar posse - Parte 1


“A benignidade do Senhor vai além dos Céus e a sua fidelidade está além das nuvens.” (Salmos 36:5)


Quando falamos de céus e nuvens, prontamente pensamos em coisas próximas. Porém, há uma distância muito grande entre um e outro. Quando podemos ver as nuvens, estamos dizendo: Ali está a bondade de Deus. E, quando os céus estão limpos, sem nuvens, podemos afirmar: A benignidade está além do que eu posso ver. Então, une-se a benignidade, que fala da graça, e a bondade, que fala do amor.


Ainda que as nuvens sejam sopradas pelos ventos, nós estamos crendo que a bondade e a benignidade do Senhor jamais nos faltarão, porque olhamos para os céus sem nuvens e podemos contemplar a graça, que é melhor do que a vida (Salmos 63:2). Deus nunca negará bem algum aos Seus filhos. O salmista, ao colocar esse decreto, pegando dois elementos da natureza – nuvens e infinito (céus) – está nos ministrando sobre um Deus ilimitado em derramar graça, favor sobre nós, e sobre a extensão da Sua bondade sobre nós e também da Sua fidelidade.



Precisamos exercitar a fé


Um céu sem nuvem pode ser, dentro do no nosso contexto, algo muito simples. Mas, num deserto, pode ser sinônimo de óbito. Ao final de três anos sem chover em Israel, o profeta Elias começou a orar para que viesse a chuva. Ele ainda não via nuvens e alcançou a vitória pela oração, guerra espiritual e intercessão.


Quando uma nuvem do tamanho da mão de um homem surgiu no céu, Elias mandou o rei Acabe tomar cuidado para não ser apanhado pelo aguaceiro que iria cair. “Sucedeu que em pouco tempo o céu se enegreceu de nuvens e vento, e caiu uma grande chuva.” (1 Reis 18:43-45). Essa passagem nos ensina que as coisas precisam ser geradas com o exercício da fé. Por isso, exercite-se tomando ciência de três elementos essenciais:



1. A importância da cobertura


A nuvem representa uma cobertura, um amparo, um filtro. Uma nuvem faz falta quando andamos em céu aberto. É claro que hoje somos amparados por muitos recursos, mas se a nuvem não seguisse o povo de Deus no deserto (Êxodo 13:22), o povo, por certo, morreria.


Quando o salmista fala sobre fidelidade, fala com muita propriedade. A fidelidade está relacionada ao visível – nuvens. Muita gente fala da fé, a fé é o invisível, porém a fidelidade é a materialização do que cremos. Não podemos afirmar que somos fiéis, se não expressarmos de uma forma material a fé.


Quando nos comportamos como filhos de Deus, somos como essa nuvem que molha a Terra, que protege do calor e que faz a diferença quando o sol está quente. Deus faz chover sobre todos, justos e injustos, bons e maus (Mateus 5:45). Mas há uma chuva que é só para os filhos que cumprem princípios (Oséias 6:3, Joel 2:23).


Muitos ainda precisam descobrir a importância que têm para os outros. Você, como líder, é uma cobertura importante para a vida dos discípulos. Essa cobertura é uma nuvem que alivia as tensões, o problema de um calor forte sobre o outro. Também, essa nuvem é a fidelidade do relacionamento entre discipulador e discípulos; entre célula e célula; entre Rede e Rede; entre macrocélula e macrocélula.


Um discipulado sem cobertura é como um céu sem nuvem, e discipulado sem cobertura é discipulado que nunca conseguirá frutificar na proporção que alegre o coração de Deus; nunca haverá prosperidade.


Continua...


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