fbq('track', 'AddPaymentInfo'); fbq('track', 'InitiateCheckout'); fbq('track', 'Lead'); fbq('track', 'ViewContent'); fbq('track', 'Purchase', {value: 0.00, currency: 'USD'});
top of page

Equipe de 12, desafios e conquistas (Parte 2)


“Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram: Duro é este discurso; quem o pode ouvir? Sabendo, pois, Jesus em si mesmo que os seus discípulos murmuravam disto, disse-lhes: Isto escandaliza-vos? Que seria, pois, se vísseis subir o Filho do homem para onde primeiro estava? O espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida. Mas há alguns de vós que não crêem. Porque bem sabia Jesus, desde o princípio, quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar. E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido. Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? Respondeu-lhe Simão Pedro: Senhor, para quem iremos, tu tens as palavras da vida eterna; e nós, temos crido e conhecido que tu és o Santo Deus. Replicou-lhes Jesus: não vos escolhi eu em número de 12, contudo, um de vós é o diabo, referia-se ele a Judas, filho de Simão Iscariotes, porque era quem estava para traí-lo sendo um dos 12.” (João 6:60-71)


Na história, Jesus foi muito paciente com os 12. Ele foi doutrinador, ensinador, conviveu com os 12, derramou da Sua vida sobre eles e não tinha nenhuma dívida com eles. É bom sabermos que não devemos nada às pessoas com quem convivemos. Jesus não devia nada para os discípulos, a não ser o amor. Não havia dívida moral, ética etc., não há nada pior para o líder do que estar na mão do liderado. Jesus era assim: Não devia nada aos discípulos; tudo o que fazia era por amor. Ele estava fazendo um favor redentivo de vir dos céus à Terra para nos salvar. Por isso, disse que se os discípulos soubessem o lugar onde estava e que teve que deixar para vir à Terra, se escandalizariam.


Em outras palavras, Jesus estava dizendo que para estar no meio deles, precisou descer de onde estava. Era um dia em que Ele estava disposto a abrir o coração para os 12. Não era que os 12 estavam falando algo para Jesus que Ele precisasse responder dessa forma, mas porque sabia que havia murmurações no coração deles. E Jesus, interpretando, interpelou dizendo que se o que Ele falava escandalizava os discípulos, então, falaria ainda de forma mais dura.



Seguidor ou 12

O que aconteceu? Os seguidores foram embora. Então, não se preocupe se os seguidores vão embora. Há pessoas que se intitulam discípulos, mas não são. Há pessoas que se nomeiam discípulos, mas não são. Quando somos discípulos, conhecemos a persistência. Os verdadeiros discípulos são aqueles que sabem passar as horas boas com o mestre, mas o êxito desses discípulos consiste, principalmente, em saber passar as horas ruins com o mestre. Isso é provado no caráter do discípulo.


Naquele dia específico, Jesus chegou a revelar que um deles era diabo. Mas João, o autor do Evangelho, escreve que Ele se referia a Judas Iscariotes, aquele que iria traí-lO, apesar de ser 12. Agora, não é por causa dos desafios que não vamos colher as conquistas, em meio a tudo que aconteceu, foram os Apóstolos que propagaram o Evangelho após Jesus ter sido assunto aos céus. Então, eu e você não temos o direito de caçar ‘diabos’ na equipe. Não temos o direito de ficar, sequer, pensando que estamos formando indivíduos endiabrados, endemoninhados, porque a nossa missão é formar santos para Deus, uma geração de homens e mulheres apaixonados por Cristo Jesus.


Ali, o que Jesus mostrou foi que dentro da equipe havia um desfalque de caráter. Na Equipe dos 12, havia um que era diabo. Essa palavra, o verbo ser, refere-se à existência. O verbo ser fala da essência de estar em. Então, a essência do diabo estava em um dos 12. Acredito que Jesus quis ensinar a mim e a você que o inimigo pode pegar a essência dele e colocar na vida de um dos 12 que dá brechas. Um dos 12 estava com a essência maligna, estava a composição de um comportamento plenamente endiabrado, estava alterada toda forma de instrução e doutrina, em relação ao que Jesus havia instruído a equipe e os discípulos.


Cuidado com o que você ouve. O problema é a essência do que temos ouvido, comido, bebido. Jesus disse que um dentre os 12 estava com uma essência que não era a mesma do Seu ensino, da Sua doutrina, da Sua chamada. Alguém havia mudado a essência. Talvez você já tenha convivido com pessoas que tinham um coração lindo diante de Deus e, de repente, mudou totalmente. Um discípulo fiel que, de repente, não era mais o mesmo, tornou-se avesso ao que aprendeu. O que houve? A essência foi mudada.


Jesus estava falando de um dos 12. Ele não havia tirado Judas, ele mesmo se excluiu. Não é líder que exclui 12, mas é o 12 que se exclui do líder, da equipe. Como isso ocorre? O indivíduo se exclui dizendo que não é digno para continuar como 12, porque é apenas um seguidor. Na vida é assim: Uns acham que não são nada, outros acham que são muita coisa. Cada 12 tem um comportamento. E você, quem é: 12 ou seguidor? Eu creio que você é 12.


188 visualizações0 comentário

Posts recentes

Ver tudo
bottom of page